Anúncios punidos pelo GoogleTornar-se visível em meio a uma multidão de concorrentes é o sonho de todo empresário. No entanto, para ter um bom posicionamento no Google não basta ser um especialista em SEO e criar anúncios incríveis no Google AdWords. Se você não conhecer os critérios utilizados pelo buscador, o tiro pode sair pela culatra.

A criação de anúncios exige cuidado

Toda vez que um anúncio ruim é criado e publicado, todos os envolvidos são prejudicados. Anunciantes e usuários podem, de repente, se encontrarem às voltas com a promoção de produtos ilegais ou ofertas que fogem à realidade, podendo até contribuir para a propagação de vírus ou outros softwares que causam danos.

Levando isso em consideração, o Google divulgou, em janeiro deste ano, os critérios utilizados para remover alguns anúncios, alegando que “maus anúncios são uma ameaça para usuários, parceiros do Google e à sustentabilidade da própria web”.

Por que um anúncio é banido?

Anúncios punidos pelo GoogleA empresa do Vale do Silício só alcançou a ótima reputação que possui por estabelecer regras rígidas sobre anúncios e por contar com uma equipe de profissionais altamente qualificados que passam seus dias identificando anúncios impróprios ou que tenham potencial de trazer malefícios.

Veja abaixo os 4 erros que podem fazer com que um anúncio seja banido.

1.      Anúncios que não possam ser acessados em dispositivos móveis

Na verdade, há muito tempo o Google vem informando que sites e anúncios que não forem responsivos não serão mais exibidos. Toda as tendências tecnológicas são mobile first e, este, é o primeiro requisito a ser avaliado pela equipe de engenheiros e gerentes de produtos do Google.

2.      Self-clicking ads

É bem provável que você já tenha passado por isso: você está usando um dispositivo móvel e, de repente, a central de aplicativos abre e começa a baixar um aplicativo que você não conhece e tampouco deseja baixar. Você acabou de ser vítima de um self-clicking ad, algo como um anúncio que se autoclica.

Esta é uma luta constante do Google: em 2015, a empresa desabilitou milhares de anúncios como este, mas, em 2016, foram detectados mais de 23 mil anúncios autoclicáveis.

3.      Ofertas ou chamadas irreais

Os famosos clickbaits fazem o impossível para atrair cliques e visualizações para suas postagens. São usadas chamadas impactantes e, ao clicar, o usuário é direcionado a um texto ou mensagem que não tem absolutamente nada a ver com a oferta. Percebendo a trapaça, o Google tirou do ar mais de 80 milhões de anúncios assim.

4.      Promoção de sites ruins

Em 2016, o Google tirou do ar mais de 5 milhões de anúncios que promoviam sites ruins. Entre eles estão:

  • Sites que instalam softwares que causam danos ou spywares;
  • Sites que promovem conteúdos (ou produtos) irreais sobre perda de peso, e
  • Sites que comercializam produtos falsificados (roupas, brinquedos, relógios), entre outros.

Com o objetivo de continuar a proporcionar boas experiências aos seus usuários e para manter sua reputação como principal motor de busca do mundo, o Google faz questão de controlar a qualidade de seus anúncios para que todos possam continuar se beneficiando. Fique atento.

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